ASMIR-PB Associação dos Militares da Reserva Remunerada, Reformados e Pensionistas das Forças Armadas

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2018 – O ANO QUE NÃO TERMINOU 04 de Setembro de 2018

EDITORIAL

2018 – O ANO QUE NÃO TERMINOU

 

Após o impeachment da DILMA ROUSSEF, quando o Brasil entrou na pior recessão “nunca antes vista nesse país”, com a economia em frangalhos, desemprego em alta e a “vaca indo para o brejo”, todos os economistas vaticinaram que, dado a dimensão do estrago, somente em 2018 o Brasil entraria nos eixos.

Em 2016, assim como em 2015, foi mais um ano de recessão, agora ampliada pela crise política, resultando em queda da arrecadação, déficit de R$ 170,5 bilhões, redução no PIB em 3,4% e o dólar a mais de R$ 4,00. Todo esse cenário foi agravado pela falta de confiança dos investidores, crise fiscal nos estados e queda na arrecadação de tributos, resultando em um brutal aumento na taxa de desempregos.

Em 2017, apesar do fim da recessão, em termos técnicos, o Brasil ainda sentiu fortemente os efeitos da “herança maldita” da Dilma. O desemprego continuava em alta, o crescimento era pífio e o aumento do PIB foi inexpressivo, chegando somente a 1%, após duas quedas consecutivas de 3,5% em 2015 e 2016.

Um dos principais fatores que contribuíram para o Brasil não decolar foi a nefasta conversa entre o Presidente TEMER e o JOESLEY OLIVEIRA, um dos donos da JBS, em um encontro clandestino resultante de armação engendrada pelo então Procurador Geral da República, RODRIGO JANOT e avalizada pelo Ministro FACHIN, do STF, situação até hoje não bem explicada, com reflexos catastróficos para a economia do país, haja vista que a credibilidade presidencial foi ao fundo do poço, impedindo que reformas essenciais ao país, tal como a da previdência, não decolasse.

Mas esse gigante chamado Brasil é teimoso e, mesmo aos solavancos, experimentava pequenos espasmos de euforia, ora era o desemprego que diminuía, ora era uma ligeira melhora no crescimento da produção industrial, melhores expectativas do PIB e assim por diante. Ocorre, todavia, que a Presidência da República, dada a sua situação fragilizada, só consegue olhar para o próprio umbigo, buscando formas não republicanas para debelar as denúncias apresentadas contra ela e, demonstrando total inabilidade de gestão, deixou que um problema pontual derivado do aumento do preço do diesel, se transformasse em uma bola de neve – a greve dos caminhoneiros, que por muito pouco não soterrou a nação.

Por que estamos falando nisso tudo? Em outubro, mais uma vez, os brasileiros irão às urnas para escolher um novo presidente, novos governadores, novos senadores, deputados federais e estaduais. Essa será uma eleição atípica, com uma forte bipolarização ideológica. Como uma ressonância aos apelos por uma intervenção militar, decidimos por uma intervenção militar não pela força das armas, mas sim pela força das urnas, a via mais democrática que existe.

Teremos militares disputando todos os cargos: a Presidência da República, Governos Estaduais, Senado, Câmara Federal e Assembleias Legislativas em todos estados. A liderança de JAIR BOLSONARO, até agora confirmada pelas recentes pesquisas eleitorais, bem como a forte acolhida dos nomes dos militares candidatos a outros postos, vêm provocando reações não muito democráticas em outros candidatos e ainda em determinados setores da mídia, que de forma perversa e insistente vem com denúncias do passado, alicerçadas em indícios fraudulentos e desprovidos de credibilidade, querendo mudar a história dos governos do regime militar. Tudo para influenciar negativamente na opinião dos eleitores acerca dos militares.        

Permaneçamos atentos e vigilantes. No dia das eleições vamos sufragar o nome dos nossos companheiros militares, pois nós, melhores que ninguém, sabemos os valores que eles defendem. Essa é a hora da união da família militar em torno dos nossos candidatos para ajuda-los a fazer o Brasil retornar aos caminhos ditados pelo lema espelhado em nossa bandeira: ORDEM E PROGRESSO.

TUDO PELA PÁTRIA. BRASIL ACIMA DE TUDO!

 

João Pessoa, PB, em 12 de junho de 2018.

 

 

 

Noel Xavier BUSTORFF

Presidente da ASMIR-PB

Biênio: 2018 a 2020

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