ASMIR-PB Associação dos Militares da Reserva Remunerada, Reformados e Pensionistas das Forças Armadas

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E O BRASIL COMO FICA? 09 de Agosto de 2016

Quando do início do governo interino de Michel Temer todos nós torcemos para que, a partir daquele dia, o Brasil desse início a uma virada de trajetória, dando adeus à corrupção, à impunidade, ao descalabro administrativo, aos déficits colossais e, enfim, à toda situação caótica provocada pelo (des)governo do PT.
É verdade que estávamos com um olho no leite e outro no gato, pois a composição da equipe ministerial do governo interino já nos deixava meio ressabiados, apesar de saber que o famigerado sistema de “presidencialismo de coalizão” impunhas algumas limitações.
Os fatos vieram corroborar nossos temores – os ministros envolvidos na “Lava-Jato” começaram a cair. Novas delações premiadas antecipam velhas preocupações. Mas, por outro lado, a equipe econômica vinha marcando gols a cada jogo. Aprovação da redução dos gastos governamentais, delineamento de Proposta de Emenda Constitucional visando reduzir as despesas obrigatórias, etc., etc..
Doce ilusão. Estamos vendo com tristeza que o populismo volta a se impor nas decisões governamentais. Não vamos entrar no mérito das medidas adotadas, da mesma forma que quando no orçamento doméstico a despesa fica maior que a receita nós reduzimos a mesada das crianças, a variedade do cardápio e o lazer, mesmo sabendo que nossa família vai sofrer com isso.
Na negociação com as dívidas dos estados a União deu muito e pediu pouco. É fato que os governadores já estavam de pires na mão e conseguiram um alívio momentâneo, mas é hora deles cortarem na carne, reduzindo despesas nos três poderes estaduais. Não basta tirar do povão e deixar as mordomias preponderando nas cortes e palácios.
É fato que os que compõem as faixas contempladas com bolsa família são extremamente dependentes daquele benefício, porém o aumento de mais de 12% no valor da bolsa, sem antes excluir do sistema todos aqueles que não deveriam recebê-la, como foi detectado, é simplesmente ampliar o déficit e promover a impunidade.
O aumento de 41,47% para o Poder Judiciário e 12% para o Ministério Público da União, segmentos dos mais bem remunerados da República, soa como um acinte para a classe militar, parcela com menor remuneração do Poder Executivo. Sobra ainda uma dúvida: Esse tratamento diferenciado ao Judiciário e MPU deriva de algum temor ou receio?


Noel BUSTORFF
Presidente





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